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Bicicletas portuguesas dão a volta à covid-19 e aceleram as exportações

 

Bicicletas portuguesas dão a volta à covid-19 e aceleram as exportações para 424 milhões

O setor das duas rodas, que em 2019 destronou a Itália e ascendeu ao lugar de campeão europeu na produção de bicicletas, fechou o pandémico ano de 2020 com um crescimento de 5% nas exportações.


Portugal tem a maior fábrica de montagem de bicicletas da Europa (a RTE, em Gaia), a maior produtora europeia de rodas para bicicletas (a Rodi, de Aveiro), a primeira empresa do mundo a soldar quadros em alumínio através de robôs (a Triangle's, de Águeda), assim como a empresa que faz os selins para bicicleta mais leves do mundo, com apenas 24 gramas (a Gelu, em Vila Franca de Xira).


Resultados: em 2019, Portugal destronou a Itália e tornou-se o principal produtor de bicicletas na União Europeia, ao fabricar 2,7 milhões de unidades, praticamente um quarto de toda a produção dos 27 Estados-membros, tendo as exportações nacionais gerado 402 milhões de euros.

"Apesar da paragem motivada pelo confinamento de março a maio passado, o setor das duas rodas português manteve a tendência de crescimento, com uma subida de 5% nas exportações, para mais de 424 milhões de euros", revela a Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins (Abimota), esta quarta-feira, 10 de fevereiro, em comunicado.

"A forte procura, mas também pela produção de veículos de maior valor, sejam bicicletas, sejam bicicletas eléctricas (e-bikes)" explicam este crescimento num ano adverso.

Fonte: Rui Neves - Jornal de Negócios


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